Amada odiada quem poderia decifra-la de forma correta.É inspirada por Deus não temos dúvida,ler o texto sem ferir o contexto é o grande desafio. Por Evangelista Romão somente servo
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Poemas -> Tristeza : Abro os olhos...
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QUEM AMA PROTEJE
O VERDADEIRO AMOR O Amor se descobre pelo amor, ainda que esta descoberta venha pela dor. Quanto mais nos sentimos amados, ainda que não mereçamos, mas sentimos a presença do Amor. É assim, o amor de Deus. Por mais que alguém seja pecador; por mais que uma pessoa não mereça ser amada pela sua vida de erros. Enfim, todo aquele que recorre a Ele, tem a certeza do acolhimento.
Origem Bíblia
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De A BÍBLIA AO LONGO DA HISTÔRIA |
NATUREZA DIVINA

Para que possamos delimitar o campo de estudo em ecologia devemos, em primeiro lugar, compreender os níveis de organização entre os seres vivos. Portanto, podemos dizer, que o nível mais simples é o do protoplasma, que é definido como substância viva. O protoplasma é o constituinte da célula, portanto, a célula é a unidade básica e fundamental dos seres vivos. Quando um conjunto de células, com as mesmas funções estão reunidas, temos um tecido. Vários tecidos formam um órgão e um conjunto de órgãos formam um sistema. Todos os sistemas reunidos dão origem a um organismo. Quando vários organismos da mesma espécie estão reunidos numa mesma região, temos uma população. Várias populações num mesmo local formam uma comunidade. Tudo isto reunido e trabalhando em harmonia forma um ecossistema. Todos os ecossistemas reunidos num mesmo sistema como aqui no Planeta Terra
TEMPLO DE JEOVÁ
TEMPLO DE JEOVÁ
lascas das pedras para con¬seguir prosperidade e as pedras são muito eficazes". Isso também faz parte da mesma realidade antiga.
Outro aspecto do problema de tratar os quatro Evangelhos como um relato documentário coerente da vida de Jesus é que eles foram escritos em uma época em que a Igreja estava em processo de franca expan¬são e as memórias de seu fundador, dos atos e ditos de Jesus, já haviam assumido formas regulares fixas. Na verdade, é consenso geral que os Evangelhos do Novo Testamento são quatro tentativas de captar, em parte, essa viva tradição oral dentro da Igreja primitiva. Foi Jesus o verdadeiro fundador dessa Igreja, ou apenas sua inspiração? Os Evangelhos parecem demonstrar que ele tinha planejado sua fundação, mas também mostram Jesus como um profeta típico de seu tempo. Jesus já se transformara em personagem dentro de um livro.
Hoje em dia, o local arqueológico de Cafarnaum salienta as dificuldades para se aproximar desse homem e mostra, também, algo das paixões e opiniões envolvidas nas discussões a respeito dele. Pois se essas ruínas são de fato da antiga cidade situada perto do mar da Galileia, onde Jesus viveu e pregou, então é provável que a sinagoga onde, segundo os Evangelhos, ele ensinou e pregou fosse a predecessora do esplêndido monumento que lá está até hoje, agora cui-dadosamente restaurado. Na verdade, o estranho ângulo das brancas paredes de pedra, um pouco enviesadas sobre negros alicerces de basalto, bem podem refletir um desvio da linha da construção anterior, agora demolida.
Depois da destruição de Jerusalém, as preces cotidianas nessa esplêndida sinago¬ga, como em todas as outras, incluíam a maldição sobre os que abandonaram a fé judaica, os minim, como eram chamados. Com freqüência, isso é interpretado como uma referência ao cristianismo primitivo. Diziam que, dos quatro grandes sábios que entraram no jardim proibido do cristianismo e provaram da sua árvore exótica, apenas um, o rabino Aqiba, não foi corrompido.
Tortura nas prisões brasileiras: até quando?
livro

Em seu mais recente livro, Joyce Meyer oferece um caminho para a libertação da necessidade avassaladora pela aceitação do mundo exterior – uma aceitação que não traz realização, ao contrário, conduz à decepção. Através de uma análise das situações que geram um “viciado em aprovação” e das formas para se encontrar a libertação dos traços específicos de caráter que fomentam este vício, Joyce apresenta uma visão encorajadora e uma compreensão pessoal dos efeitos da insegurança na vida de uma pessoa. Sua mensagem eterna é a de que Deus supre toda a afirmação que alguém possa precisar, e através dele essas pessoas podem alcançar a liberdade.
O rasgamento do véu
O Templo de Herodes já não existe, mas, nas escadas que levam aos quadrados rodeados de colunatas onde se erguia o templo, ainda percebemos algo de sua história. Estes degraus polidos e gastos por sandálias antigas são os degraus de Herodes, o topo da longa escada onde os rabinos antigos se encontravam com seus seguidores antes de caminhar com eles até os pátios, em cima, onde davam aulas, à moda helenística, sob as grandiosas arcadas. Por estes degraus, também Jesus deve ter passado a caminho de expulsar os vendilhões. A troca da moeda romana pagã pelo dinheiro local, para que a compra de animais para o sacrifício tivesse a pureza ritual, demonstra um zelo nacionalista que repercute em uma visita nos dias atuais à plataforma do Templo: pa¬ra entrar, pagamos em siclos israelenses, mas recebemos o ingresso com o preço marcado em libras jordanianas.
As entradas principais do antigo Templo ainda são meio visíveis no muro a oeste do topo da escada; porém, algumas pedras impedem a passagem para as escadas ascendentes, que agora estão sob a Mesquita al-Aqsa, mas outrora se erguiam até um enorme pátio aberto. Dali veríamos o muro externo do recinto do Templo que os não-judeus, avisados por proibições em várias línguas, não podiam ultrapassar. Hoje tudo isso desapareceu e o que resta das construções de Herodes são os túneis de entrada subterrâneos, os muros da plataforma do Templo e as entradas bloqueadas para os antigos degraus. A magnífica cornija acima da porta do norte pertence provavelmente ao estilo bizantino primitivo, talvez mesmo ao islâmico. Três camadas acima dela, agora colocada de cabeça para baixo no muro, está a base da estátua romana dedicada ao imperador Adriano. No século II d. C, todos os judeus foram banidos de Jerusalém e proibidos, sob pena de morte, até mesmo de olhar para a cidade. O Templo de Jeová foi varrido da face da terra. Jerusalém, a Cidade Santa, foi reduzida a cinzas e entulho, e a terra foi ritualmente arada pelos sacerdo¬tes romanos. Adriano deu à cidade um novo nome, Aélia Capitolina, e ali postou uma legião. A base de sua estátua é do templo imperial dessa legião: as belas pedras cor de bronze guardam toda a triste história.
Por um breve período, o templo de Herodes brilhou ao sol e os sacerdotes cuidaram de Jeová no Templo e fizeram sacrifícios diários. Porém, os romanos estavam ocupados com guerras a leste da Judéia, e as províncias orientais sofriam pesados impostos pa¬ra o pagamento dos exércitos. Ao mesmo tempo, a luta também interrompeu o comércio, que era o que dava vida ao helenismo. O fraco governo e os pesados impostos exasperaram e empobreceram grande parte do império oriental. Na Judéia, os mercadores e sacerdotes helenizados perderam a afinidade com Roma, e os cidadãos comuns, há muito horrorizados com as blasfêmias dos soberanos, descobriram uma causa em comum com os senhores nativos. A economia juntou-se ao sentimento religioso e, para surpresa de ninguém, exceto dos romanos, trinta anos depois da crucifixão de Jesus, estoura a rebelião, tendo os sacerdotes do Templo lançado o desafio, recusando-se a realizar o sacrifício imperial diário. A Judéia e a Galileia tinham poucas guarnições romanas, o que permitiu que os líderes judeus tivessem tempo de se preparar para a inevitável investida romana. A defesa da Galileia, no norte, foi confiada a Flávio Josefo, nobre de Jerusalém, que anos mais tarde escreveu a longa e detalhada história que contém praticamente tudo o que sabemos sobre os terríveis acontecimentos que se seguiram.
Escribas e impressores

Escribas e impressores
Escribas e impressores Milhares de fragmentos de papel, caixas cheias deles, todos recolhidos do minúsculo depósito emparedado de uma sinagoga do Cairo, são praticamente tudo o que resta da Bíblia Hebraica dos séculos que se seguiram à execução do rabino Aqiba. Misturadas com esses fragmentos estavam páginas de catálogos de livros antigos que provavam que, durante os séculos IX e X, o comércio de textos judaicos estendia-se pelo Mediterrâneo e chegava até as comunidades judaicas da Babilônia e do Iêmen. Os pedaços de textos sagrados mostram que acontecera uma grande mudança desde os tempos dos Manuscritos do Mar Morto. O processo de cópia à mão presta-se a mudanças lentas e sutis. Sem querer, um escriba podia misturar uma frase conhecida, inverter ou repetir a ordem das palavras, ou mesmo pular passagens inteiras. Podia também descobrir ir¬reverências nas palavras antigas e "corrigi-las". Textos fragmentários mostram, por exemplo, que na época de Aqiba, às vezes, a descrição de Jeová o colocava de pé, na frente de Abraão; nos textos dos séculos IX e X, é sempre Abraão que acompanha o Senhor. Em geral, porém, as diferenças eram insignificantes. A insistência de Aqiba e seus colegas rabinos de que cada letra, cada til e título tinham seu lugar ajudou a assegurar uma transmissão extraordinariamente fiel do texto. Havia, entretanto, um problema na leitura e compreensão dos escritos antigos. Por tradição, as palavras eram escritas sem nenhum espaço em branco entre elas, omitindo-se a maioria das vogais. Esse sistema dava certo desde que o leitor e o escritor compartilhassem a mesma pronúncia do hebraico e uma única tradição de interpretação. Porém, através dos séculos, os judeus se espalharam pelo mundo antigo e, com o correr do tempo, expandiram-se em comunidades cujas tradições, linguagem e sotaque foram afetados pelo contato com outros povos.
BATISMO

CONHECENTO MAIS UM POUCO
Sistema religioso praticado pelos judeus (Gl 1.13-14). Seus ensinamentos procedem do AT, de tradições orais antigas e do TALMUDE. O conjunto de seus ensinamentos e práticas começou a formar-se no período do CATIVEIRO, desenvolvendo-se completamente no PERÍODO INTERTESTAMENTÁRIO.
JOSEPHUS, FLAVIUS
Flavius Josephus era um oficial militar e um historiador (37-100 DC). Josefus nasceu em uma família sacerdotal aristocrata de Jerusalém. Ele tinha parentesco, pelo seu lado materno, com os Hasmonean. Na sua juventude , ele chamava atenção por causa de sua memória e facilidade no aprendizado. Quando adolescente, ele se afiliou a um setor ascético (aquele que se nega fisicamente para ficar mais forte espiritualmente). Depois disso ele se tornou um fariseu.
Em 64 DC, Josephus era membro de um partido mandado a Roma para proteção e libertação de alguns sacerdotes. A capital do Império causou uma impressão indelével nele. Após o seu retorno a Jerusalém, estorou a primeira revolta judaica (66 DC) O Sinédrio apontou Josephus como o comandante da Galiléia. Ele organizou bem a província, no entanto contraiu a oposição de John de Gischala, o ex-líder da Galiléia. O conflito entre as tropas desses dois homens continuou até a chegada do general romano Vespasian na primavera de 67.
Josephus e os galileus ficaram entrincheirados em Jotapata. Depois de um assédio de seis semanas, o exército romano capturou e destruiu a cidade, mas Josephus e mais quarenta soldados escaparam e se esconderam em uma caverna. Josephus, que tinha a vida garantida por causa da intervenção de um amigo, convenceu seus soldados a se matarem ao invés de serem capturados. Quando só restava ele e mais um soldado vivo, ele se entregou aos romanos.
Quando ele apareceu diante de Vespasian e profetizou que ele se tornaria imperador, sua vida foi poupada. Mesmo assim, Josephus foi mantido prisioneiro. Vespasian foi proclamado imperador no ano de 69 e josephus foi libertado. Ele então adotou o nome da família de Vespasian, Falvius. No ano de 70, quando Titus, o filho de Vespasian, marchou em Jerusalém, Josephus o acompanhou. Josephus tentou inúmeras vezes convencer os judeus a se renderem, porém não teve sucesso.
Depois que Titus destruiu Jerusalém, Josephus foi a Roma aonde Vespasian o presenteou com a cidadania romana e uma pensão. Livre para escrever, Josephus publicou vários livros de considerável valor histórico. Na Guerra Judia (77-78 DC), Josephus descreveu
O conflito entre os romanos e os judeus desde a época do Antiochus Ephiphanes até um pouco adiante da queda de Jerusalém. Talvez o seu melhor trabalho foi Antiguidades dos Judeus (por volta do ano de 94). Um trabalho de vinte volumes desenhado para glorificar os judeus e eliminar a hostilidade dos gentios. Esta obra traça a história judaica desde a criação até a explosão da guerra com Roma em 66. Sua autobiografia chamada Vida, era primordialmente em defesa de suas atividades como governador da Galiléia.
Como historiador, às vezes Josephus distorcia os fatos em favor de seus benfeitores. No entanto, ele foi testemunha de muitos eventos sobre os quais ele escreveu. Seus trabalhos mostram o período em que a igreja veio à existência, especialmente a cerca de religião, política, geografia e pessoas importantes do princípio da era cristã. Particularmente interessante para os cristãos, são suas referências a João Batista, a vida de Jesus e Thiago o Justo (irmão de Jesus).
"JESUS" a pérola escondida

Um amor que me envolveu
Em suas mãos há um carinho
Que só sente o que crê
O maior amor do mundo
Não se pode comparar
É o amor do meu Jesus
Mais profundo que o mar
Um amor que refrigera
Que perdoa o pecador
E de tudo que provei
Jesus é o amor
Quando a ostra é ferida
Ela produz a pérola
Assim foi o meu Jesus
Produzindo seu amor na cruz
Esta pérola se espalhou no mundo
E foi feita em grande dor
Conquistou os corações
Não tem preço o seu valor
Jesus,Jesus a pérola do amor
Jesus,Jesus a pérola do amor
IGREJA PERSEGUIDA
TESTAMENTO


Quando o escavaram, encontraram-no cheio de ossos queimados espalhados, oferendas rituais de um tipo que mais tarde seria feito a Jeová e que a Bíblia chama de ôlah — da qual deriva a palavra "holocausto", por intermédio do grego. Como afirmam ambas, a arqueologia e a Bíblia, pedras entalhadas que continham as presenças dos deuses eram, com freqüência, colocadas sobre esses altares. Embora os livros do Antigo Testamento registrem amiúde a destruição desses santuários por profetas devotos e reis virtuosos, Israel nunca se livrou dessas formas sagradas e desses deuses antigos, que devem ter parecido tão primitivos quanto a própria região.
Contrariando o relato bíblico de que um feroz exército israelita destruiu as antigas cidades pecaminosas de Canaã e no lugar delas estabeleceu uma nova fé e uma nova nação, a arqueologia demonstra que, na realidade, a mudança entre a Palestina da Idade do Bronze e a do Ferro foi uma transformação gradativa, na qual as formas tradicionais de culto foram mantidas, como poderosas expressões do relacionamento dos homens com o sagrado, quer este fosse o Jeová bíblico quer os deuses antigos de Canaã.
Naturalmente, sem essa continuidade básica, poucos teriam reconhecido a divindade do novo deus de Israel. Assim, embora a Bíblia enfatize a originalidade, a singularidade de Jeová, a arqueologia mostra que eram insignificantes as diferenças entre o ritual bíblico de sua fé e o antigo culto de Canaã — e, sem dúvida, foi por isso que os profetas atacaram com tanto vigor os deuses antigos, século após século, a fim de que a nova fé não fosse absorvida pelos costumes antigos. Se não fosse pelo modo violento como a Bíblia repudiou os cananeus, teria sido difícil para os arqueólogos reconhecer que as ruínas das cidades da Idade do Ferro, situadas em cima das cidades de Canaã da Idade do Bronze, eram apenas suas sucessoras naturais. Por ironia, essa veemente oposição à cultura e à fé cananéias, que a Bíblia expressa muitas vezes em regras e proibições sagradas que abrangem todos os aspectos da vida cotidiana, deixou um legado cananeu não premeditado: aquela espécie de negação de religiosidade adotada com tanta ingenuidade por necromantes e seguidores do ocultismo.
Momento poesia
Ondas no mar aberto brisa no rosto
Azul invejado nas fugas do tempo
Nina no dançar suave das gaivotas
Silencio chega invadindo a alma
Refugio dos navegantes é alto mar
Aqui se encontra Deus em calmaria
Absolva os pensamentos sinta a aura
Nas ondas é vida é paz é colosso
É o esboço do pai perfeito
Mar aberto imensidão sem fim
Momento poesia

No mais profundo d’alma algo grita
Incansavelmente tenta cingir meu infame eu
E fala e cita as vezes que sem querer me perdi
Tento às vezes não ouvir
Nem um nem outro
E viver e fazer sem ter ninguém pra impedir
Vez ou outra consigo esquecer
Esse intento esse momento de fazer e desfazer
Nesse jogo nefasto eu vivo o suficiente
O suficiente para querer deixar de viver
Sorrisos estão em meu rosto
Desespero e desgosto todos desconhecem
Escondo, omito, disfarço e minto
A verdade aqui dentro nem sinto
Está tudo envolto pelo esquecimento
Está tudo suspenso
Tudo silêncio.
Jeremias no seu tempo
E agora?



Convide Jesus a entrar em seu coração. Ele vai limpar sua vida e cuidar de você. Peça para Jesus ser seu Salvador e um dia você estará no céu com Cristo, para sempre!
Jesus quer ser seu maior Amigo. Leia a Bíblia para aprender mais sobre Ele. Fale com Jesus em oração – você pode conversar com Ele sobre tudo que quiser.
Cristão que toca metal

Brian Head, ex-guitarrista do grupo norte-americano Korn, em entrevista recente ao site BigMusicGeek.com, disse que seu primeiro álbum solo, de nome "Save Me From Myself", já está finalizado.
Segundo o próprio, "muitas pessoas já estão dizendo que é fácil dizer que vim do Korn, já que o estilo do disco novo é muito similar ao que eu fazia com eles. É realmente pesado, música 'na cara' mesmo, sacou? Você pode até comparar com o Korn, mas não se esqueça que sou um dos fundadores daquela banda".
E, depois de dizer que ainda mantém um bom relacionamento com os caras de sua antiga banda, Head comenta que "não me considero fazendo música cristã. Sou um cirstão que toca metal. É sobre a minha vida. Eu canto sobre meu vício em drogas, eu canto sobre deixar o Korn, eu canto sobre coisas espirituais. A reação do pessoal que escuta o disco é que esse não se parece com nenhum álbum cristão que eles já tenham escutado. É o que é, sabe? Sou um cristão, mas não chamo esse disco de um "disco cristão". Talvez alguns o façam, mas eu não ligo".
Fonte: RockBrigade.com.br
Libertação

Libertação significa tornar a pessoa livre de algo que a prende e escraviza. Você precisa se libertar de todo jugo, vício de toda escravidão ao pecado.
Malaquias 4:6 – A maldição será removida da Terra. Para isto, é necessário que haja conversão, uma nova atitude (I Co. 5:17).
Hebreus 6:8 – A Terra está amaldiçoada também por causa da nossa boca. Citar Tiago 3:10. precisamos nos libertar de todo vocabulário do mundo, das seitas esotéricas, dos cultos e invocações pagãs, de toda palavra torpe.
BATISTAS


BATISTAS
ORIGENS
Considerado o primeiro batista, John Smyth se batizou na Holanda em 1608. Era um ministro independente da Inglaterra que sofreu perseguição e se ligou a alguns menonitas holandeses, que seguiam grande parte da tradição dos Anabatistas do século anterior. Smyth desejava se desarraigar da tradição da igreja e ansiava pela simplicidade da igreja do Novo Testamento. Importante entre suas interpretações bíblicas era a necessidade do "batismo do crente", em contra-posição ao batismo infantil das igrejas inglesas. Depois de reunir um pequeno grupo de pessoas que tinham o mesmo pensamento, Smyth morreu, deixando seu companheiro Thomas Helwys retornar à Inglaterra com esse novo "rebanho" de batistas, onde outras pessoas já estavam adotando as mesmas idéias teológicas. As reformas de Oliver Cromwell criaram uma atmosfera de liberdade e influência para Congregacionalistas e Independentes, incluindo os Batistas. Por volta de 1660, havia 300 igrejas batistas no país.
Pirâmides de Gizé (Egito)



Existe só um Jardineiro que Chora

Havia lá, um Senhor sentado no banco e perguntei:
Senhor posso comprar uma dessas flores?
Sim, porem, cada flõr representa um dom de Deus.
E custa muito? Voltei a perguntar.
Não custa nada aqui tudo é de graça.
Contemplai o jardim e vi que havia jarros de amor,bancos de fé, folhas de esperanças, chafariz de sabedoria, de saude, arvores da salvação, galhos de perdão e flores de diversas cores com grandes perfumes de paz e muitos dons de Deus.
Tomei coragem e pedi:
Por favor, quero o maior jarro de amor de Deus,todos os bancos de fé,muitas folhas de esperança e flores de paz para mim e para minha familia.
Então o Senhor preparou tudo e entregou-me um pequeno embrulho que cabia na palma da mão.
Incredulo,disse:
Mas como é possível estar aqui tudo o que eu pedi?
Sorrindo, o Senhor me respondeu:
Meu querido irmão! No jardim de Deus não vendemos os frutos, só as sementes.
Plante--as..........
Questões arqueológicas
De que modo descobertas arqueológicas ajudaram a mostrar a confiabilidade da Bíblia?
Ao longo dos anos, muito criticismo tem sido levantado quanto à confiabilidade histórica da Bíblia. Estes criticismos são usualmente baseados na falta de evidência de fontes externas confirmando o registro bíblico. E sendo a Bíblia um livro religioso, muitos eruditos tomam a posição de que ela é parcial e não é confiável a menos que haja evidência externa confirmando-a. Em outras palavras, a Bíblia é culpada até que ela seja provada inocente, e a falta de evidências externas colocam o registro bíblico em dúvida.
Este padrão é extremamente diferente do aplicado a outros documentos antigos, mesmo que muitos deles, se não a maioria, contém um elemento religioso. Eles são considerados acurados a menos que a evidência demonstre o contrário. Embora não seja possível verificar cada incidente descrito na Bíblia, as descobertas arqueológicas feitas desde a metade do século XVIII têm demonstrado a confiabilidade e plausibilidade da narrativa bíblica. Alguns exemplos:
A descoberta do arquivo de Ebla no norte da Síria nos anos 70 tem mostrado que os escritos bíblicos concernentes aos Patriarcas são de todo viáveis. Documentos escritos em tabletes de argila de cerca de 2300 A.C. mostram que os nomes pessoais e de lugares mencionados nos registros históricos sobre os Patriarcas são genuínos. O nome "Canaã" estava em uso em Ebla - um nome que críticos já afirmaram não ser utilizado naquela época e, portanto, incorretamente empregado nos primeiros capítulos da Bíblia. A palavra “tehom” (“o abismo”) usada em Gênesis 1:2 era considerada como uma palavra recente, demonstrando que a história da criação foram escrita bem mais tarde do que o afirmado tradicionalmente. “Tehom”, entretanto, era parte do vocabulário usado em Ebla, cerca de 800 anos antes de Moisés. Costumes antigos, refletidos nas histórias dos Patriarcas, também foram descritos em tabletes de argila encontrados em Nuzi e Mari.
Os Hititas eram considerados como uma lenda bíblica até que sua capital e registros foram encontrados em Bogazkoy, Turquia. Muitos pensavam que as referências à grande riqueza de Salomão eram grandemente exageradas. Registros recuperados mostram que a riqueza na antiguidade estava concentrada como o rei e que a prosperidade de Salomão é inteiramente possível. Também já foi afirmado que nenhum rei assírio chamado Sargon, como registrado em Isaías 20:1, existiu porque não havia nenhuma referência a este nome em outros registros. O palácio de Sargon foi então descoberto em Khorsabad, Iraque. O evento mencionado em Isaías 20 estava inclusive registrado nos muros do palácio. Ainda mais, fragmentos de um obelisco comemorativo da vitória foram encontrados na própria cidade de Asdode.
Outro rei cuja existência estava em dúvida era Belsazar, rei da Babilônia, nomeado em Daniel 5. O último rei da Babilônia havia sido Nabonidus conforme a história registrada. Tabletes foram encontrados mais tarde mostrando que Belsazar era filho de Nabonidus e co-regente da Babilônia. Assim, ele podia oferecer a Daniel "o terceiro lugar no reino" (Daniel. 5:16) se ele lesse a escrita na parede. Aqui nós vemos a natureza de “testemunha ocular” do registro bíblico frequentemente confirmada pelas descobertas arqueológicas.
Assembleia de Deus-História
A influência sueca teve forte peso na formação assembleiana brasileira, em razão da nacionalidade de seus fundadores, e graças à igreja pentecostal escandinava, principalmente a Igreja Filadélfia de Estocolmo, que, além de ter assumido nos anos seguintes o sustento de Gunnar Vingren e Daniel Berg, enviou outros missionários para dar suporte aos novos membros em seu papel de fazer crescer a nova Igreja. Desde 1930, quando se realizou um concílio da igreja na cidade de Natal, a Assembleia de Deus no Brasil passou a ter autonomia interna, sendo administradas exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem contudo perder os vínculos fraternais com a igreja na Suécia. A partir de 1936 a igreja passou a ter maior colaboração das Assembleias de Deus dos Estados Unidos através dos missionários enviados ao país, os quais se envolveram de forma mais direta com a estruturação teológica da denominação.
Porque precisamos de Deus?
A verdadeira história de Emily Rose
Emily Rose foi em realidade uma jovem alemã chamada Anneliese Michel que desde seu nascimento em 21 de setembro de 1952, desfrutava de uma vida normal sendo educada religiosamente desde muito pequena. No entanto, sem advertência sua vida mudou de uma hora para outra quando em um dia do ano de 1968 começou a tremer e se deu conta de que não tinha controle sobre seu próprio corpo. Não conseguiu chamar a seus pais, Josef e Anna, nem a nenhuma de suas três irmãs. Um neurologista da Clínica Psiquiátrica de Wurzburg, Alemanha, a diagnosticou com o "grande mau" da epilepsia. Devido aos fortes ataques epilépticos e à depressão seguinte, Anneliese foi internada para tratamento no hospital.Pouco depois de começar os ataques, Anneliese começou a ver imagens diabólicas durante suas orações diárias. Era outono de 1970, e enquanto os jovens desfrutavam das liberdades da época, Anneliese estava atormentada com a idéia de estar possuída, parecia não ter outra explicação às imagens que apareciam enquanto rezava. Como se não fosse o bastante, vozes começaram a perseguir a moça dizendo-lhe que ela ia "arder no fogo do inferno". Ela mencionou estes "demônios" aos médicos só uma vez, explicando que eles haviam começado a lhe dar estas ordens. Alguns médicos consideraram loucura, outros zombaram em silêncio e o restante se mostraram incapazes de ajudá-la; Anneliese perdeu as esperanças de que a medicina pudesse ajudá-la.

Em 1974, após ter supervisionado Anneliese por algum tempo, o pastor Ernst Alt solicitou permissão para realizar um exorcismo ao Bispo de Wurzburg. A solicitação foi recusada e seguida de uma recomendação de que Anneliese devia receber um estilo de vida mais religioso com o propósito de que encontrasse a paz. Os ataques não diminuíram, senão que sua conduta se tornou bem mais errática.

Depois de verificar "in loco" de que realmente algo muito estranho acontecia com a moça em setembro de 1975, o Bispo de Wurzburg, Josef Stangl, ordenou ao Padre Arnold Renz e ao Pastor Ernst Alt a praticar um "grande exorcismo" baseado no "Rituale Romanum" com Anneliese. Determinou que ela devia ser salva de vários demônios, incluindo Lúcifer, Judas Iscariotes, Nero, Caim, Hitler e Fleischmann, um curandeiro do Século XVI, e algumas outras almas atormentadas que se manifestavam através dela.
Entre setembro de 1975 até julho de 1976 praticaram uma ou duas sessões de exorcismo por semana, os ataques de Anneliese eram tão fortes às vezes que precisava ser segurada por três homens e inclusive tiveram que amarrá-la algumas vezes. Durante este tempo, Anneliese regressou a uma vida, até certo ponto, normal. Fez os exames finais da Academia de Pedagogia de Wurzburg e ia regularmente à igreja.

Os ataques, no entanto, não pararam. De fato, paralisava-lhe o corpo e caía inconsciente pouco depois. O exorcismo continuou por muitos meses mais, sempre com as mesmas orações e esconjuros. Por várias semanas Anneliese recusou-se a comer e seus joelhos sangravam pelas 600 flexões que fazia obsessivamente durante a cada sessão. Foram feitas mais de 40 gravações durante o processo com o propósito de preservar os detalhes.
O último dia do rito do exorcismo foi em 30 de junho de 1976, quando Anneliese já sofria de pneumonia, havia emagrecido bastante e estava com uma febre muito alta. Exausta e fisicamente incapacitada para fazer as flexões por sua própria conta, seus pais aparavam e ajudavam-na com os movimentos. A última coisa que Anneliese disse a seus exorcistas foi:
- "... por favor, roguem pelo meu perdão" e virando-se e recostando a cabeça no ombro da mãe disse:
- "Mamãe estou com medo". Anna Michel fotografou a morte de sua filha no dia seguinte, era primeiro de julho de 1976 exatamente ao meio dia. O Pastor Ernst Alt informou às autoridades em Aschaffenburg e o Promotor geral começou uma investigação imediatamente.
Pouco tempo depois que tomaram conhecimento destes fatais eventos o filme "The Exorcist" de William Friedkin estreou nos cinemas da Alemanha, levando uma onda de histeria paranormal que infectou todo o país. Psiquiatras em toda Europa reportaram um incremento de idéias obsessivas em seus pacientes.
Os promotores do caso levaram mais de dois anos para conseguir a acusação dos exorcistas de homicídio por negligência. O "Caso Klingenberg" devia ser decidido sobre duas perguntas: O que causou a morte de Anneliese Michel e quem era o responsável?
De acordo à evidência forense, ela morreu de fome e os especialistas demandaram que se os acusados a tivessem forçado a comer uma semana antes de sua morte, Anneliese poderia ter sido salva. Uma irmã declarou que Anneliese não queria ir a uma instituição mental porque poderiam sedá-la e obrigá-la a comer. Os exorcistas trataram de provar a presença de demônios mostrando as gravações dos estranhos diálogos, quando demônios discutiam qual deles iria deixar o corpo de Anneliese primeiro. Um deles, que chamava a si mesmo de Hitler, falava com sotaque carregado (Hitler era austríaco). O fato é que nenhum dos presentes durante o exorcismo teve a mínima dúvida da autentica presença destes demônios.
Os psiquiatras, que foram chamados a testemunhar, falaram da "Doctriniarire Induction". Eles disseram que os padres tinham dado a Anneliese o conteúdo de suas condutas psicóticas aceitando sua conduta como uma forma de possessão demoníaca. Também declararam que o desenvolvimento sexual instável de Anneliese junto a sua diagnosticada epilepsia tinha influenciado a psicose.
O veredicto foi considerado, por muitos, menos rigoroso do que se esperava, os pais de Anneliese assim como os exorcistas foram considerados culpados de assassinato por negligência e de omissão de primeiros socorros. Foram sentenciados a seis meses de prisão que nunca cum,priram com liberdade condicional impetrada. O veredicto incluía a opinião da corte de que os acusados ao invés de propiciar o tratamento médico que a garota precisava, decidiram por práticas supersticiosas que agravou a já crítica condição de Anneliese.
Uma comissão da Conferência Episcopal Alemã depois declarou que Anneliese Michel realmente não estava possuída, no entanto, isto não impediu aos crentes a continuar com a luta de Anneliese, já que muitos criam em sua possessão e que o corpo dela não encontrou paz inclusive após a morte. Seu cadáver foi exumado onze anos e meio depois de ser enterrada, só para confirmar que havia se descomposto e se estava sob condições normais. Na atualidade sua sepultura permanece como um lugar de peregrinação para rezar "o terço" por aqueles que acham que Anneliese Michel lutou valentemente contra o demônio.

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O que é celibato?
Resumindo: vale apena para quem se dedicar
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