CONHECENTO MAIS UM POUCO

JUDAÍSMO

Sistema religioso praticado pelos judeus (Gl 1.13-14). Seus ensinamentos procedem do AT, de tradições orais antigas e do TALMUDE. O conjunto de seus ensinamentos e práticas começou a formar-se no período do CATIVEIRO, desenvolvendo-se completamente no PERÍODO INTERTESTAMENTÁRIO.

JOSEPHUS, FLAVIUS

Flavius Josephus era um oficial militar e um historiador (37-100 DC). Josefus nasceu em uma família sacerdotal aristocrata de Jerusalém. Ele tinha parentesco, pelo seu lado materno, com os Hasmonean. Na sua juventude , ele chamava atenção por causa de sua memória e facilidade no aprendizado. Quando adolescente, ele se afiliou a um setor ascético (aquele que se nega fisicamente para ficar mais forte espiritualmente). Depois disso ele se tornou um fariseu.

Em 64 DC, Josephus era membro de um partido mandado a Roma para proteção e libertação de alguns sacerdotes. A capital do Império causou uma impressão indelével nele. Após o seu retorno a Jerusalém, estorou a primeira revolta judaica (66 DC) O Sinédrio apontou Josephus como o comandante da Galiléia. Ele organizou bem a província, no entanto contraiu a oposição de John de Gischala, o ex-líder da Galiléia. O conflito entre as tropas desses dois homens continuou até a chegada do general romano Vespasian na primavera de 67.

Josephus e os galileus ficaram entrincheirados em Jotapata. Depois de um assédio de seis semanas, o exército romano capturou e destruiu a cidade, mas Josephus e mais quarenta soldados escaparam e se esconderam em uma caverna. Josephus, que tinha a vida garantida por causa da intervenção de um amigo, convenceu seus soldados a se matarem ao invés de serem capturados. Quando só restava ele e mais um soldado vivo, ele se entregou aos romanos.

Quando ele apareceu diante de Vespasian e profetizou que ele se tornaria imperador, sua vida foi poupada. Mesmo assim, Josephus foi mantido prisioneiro. Vespasian foi proclamado imperador no ano de 69 e josephus foi libertado. Ele então adotou o nome da família de Vespasian, Falvius. No ano de 70, quando Titus, o filho de Vespasian, marchou em Jerusalém, Josephus o acompanhou. Josephus tentou inúmeras vezes convencer os judeus a se renderem, porém não teve sucesso.

Depois que Titus destruiu Jerusalém, Josephus foi a Roma aonde Vespasian o presenteou com a cidadania romana e uma pensão. Livre para escrever, Josephus publicou vários livros de considerável valor histórico. Na Guerra Judia (77-78 DC), Josephus descreveu

O conflito entre os romanos e os judeus desde a época do Antiochus Ephiphanes até um pouco adiante da queda de Jerusalém. Talvez o seu melhor trabalho foi Antiguidades dos Judeus (por volta do ano de 94). Um trabalho de vinte volumes desenhado para glorificar os judeus e eliminar a hostilidade dos gentios. Esta obra traça a história judaica desde a criação até a explosão da guerra com Roma em 66. Sua autobiografia chamada Vida, era primordialmente em defesa de suas atividades como governador da Galiléia.

Como historiador, às vezes Josephus distorcia os fatos em favor de seus benfeitores. No entanto, ele foi testemunha de muitos eventos sobre os quais ele escreveu. Seus trabalhos mostram o período em que a igreja veio à existência, especialmente a cerca de religião, política, geografia e pessoas importantes do princípio da era cristã. Particularmente interessante para os cristãos, são suas referências a João Batista, a vida de Jesus e Thiago o Justo (irmão de Jesus).

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O que é celibato?

A escolha do celibato religioso representa a troca de valores na vida, como deixar o casamento e as ambições pessoais pelos valores espirituais. Mas, para isso, precisamos entender o seu sentido e fundamento. Assim teremos condições de viver esta experiência sem conflitos e na presença de Deus.Nem sempre a palavra primícias esteve ligada ao celibato. Mas, pelos muitos exemplos da Bíblia, entendemos que a melhor forma de representar as primícias é abdicando aos desejos da carne para nos dedicarmos totalmente a Deus. Se o intuito do celibato é servir a Deus e viver na Verdade, esta é uma oferta especial e agradável ao Senhor.Mas este ato não deve ser forçado a ninguém, pois é um dom, uma vocação e uma opção de cada um. Todavia, aquele que for chamado por Deus e renunciar ao chamado, cometerá uma grande injustiça.O que Deus avalia em todos nós é o nosso coração e agradece a todos aqueles que se voltam a Ele com amor, fé e pureza. O chamado e a escolha dependem do propósito de servir a Deus e da capacidade moral e espiritual de cada um. Portanto, a entrega total aos preceitos de Deus é um compromisso de viver uma vida sagrada com Cristo, de oração e renúncia aos anseios carnais. Aqueles que se opõem ao celibato usam como argumento a ordem de multiplicação dada por Deus. Mas a verdade é que a propagação da raça humana foi determinada por Deus à família de Noé e, antes, a Adão e Eva, com o objetivo de atender a necessidade de povoar o mundo.Aqueles que forçam o casamento devem saber que muitas pessoas não foram feitas para este sacramento e que Deus chamou muitas delas para aproveitá-las em sua obra de forma muito especial, como celibatários ou primícias. Quando Jesus foi sacrificado na Cruz também se entregou a Deus, virando o verdadeiro e o maior exemplo de abnegação e amor.Há personagens bíblicos, como o apóstolo Paulo e João Batista, que dedicaram suas vidas para servirem a Deus. Ignoraram os aguilhões da carne para se santificarem a Deus sem restrição. E depois de tantas perseguições e discriminações, foram tidas em grande honra, pois seguiram o exemplo de Jesus Cristo.Qualquer pessoa livre (viúva ou solteira) que seja crente convertida, lavada e remida no sangue de Jesus, poderá abraçar o celibato como forma de adoração a Deus e servi-lo como primícias, desde que tenha postura varonil e sinta a capacidade de dar continuidade a sua descendência. Do contrário, não há sacrifício a ser feito. Esta pessoa deve preferir abster-se voluntariamente que se dividir entre Deus e um cônjuge. Entregar-se totalmente, de corpo e alma, ao Senhor Jesus de modo solene e declarado.A nós, compete a missão de anunciar as primícias do Senhor e até mesmo persuadir de boa fé aqueles que estão aptos, mas que ainda não foram despertados para o glorioso chamado. Isso pode ser feito por meio de constantes pregações e insistentes esclarecimentos deste santo ministério.Enquanto aguardamos a vinda do Senhor, precisamos entender que enfrentamos perigos e ameaças. Independente de qual seja o nosso estado, vêem tentações com o propósito de nos afastar, não só do Caminho da Salvação, como também da nossa missão e do nosso chamado. Não podemos ficar inertes diante de tão lindo chamado, havendo condição de abraçá-lo. Se quisermos avançar para o prêmio que nos espera, precisamos esquecer as coisas que ficaram para trás e assumir a responsabilidade para com a nossa vocação.

Resumindo: vale apena para quem se dedicar
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