HUMANITARIAN CONCERNS


The design, construction and operation of the Security Fence aim to balance the imperative to protect innocent lives from terror with the humanitarian needs of the local Palestinian population. Israel's government realizes that the construction of the Security Fence can introduce hardship into the lives of innocent Palestinians and regrets those hardships. All attempts to minimize such problem have been and will continue to be made. The matrix of civilian bonds and ties- economic, educational, medical etc, between Palestinian villages and cities has been thoroughly examined as well as the way they were affected by the construction of the Security Fence. One of these place is near Qulquilya and as a result, an underground tunnel has been constructed to provide free, unhindered traffic between Qulquilya and Hable and its adjunct villages. Hable underground tunnel as seen from the upper road. Israel has made substantial efforts to ensure the continuous flow of humanitarian aid to the Palestinian population, both during and after the construction of the Security Fence. In addition, a deliberate attempt has been made to minimize intrusions into the every day lives of citizens both within Israel as well as in areas controlled by the Palestinian Authority. Many modifications in both the route and the construction of the fence were undertaken for humanitarian considerations, many of these at a financial and operational detriment to the Israeli government. Below is a list of humanitarian concerns taken into consideration in relation to the Security Fence: Using state land wherever possible Wherever possible, the fence is built on state- owned, rather than private lands. This is done to minimize land seizures and the disruptions they may cause to residents. Providing access to farmland An attempt has been made to avoid separating landowners from their lands. In circumstances where such a separation is unavoidable, agricultural gates have been built, which allow the farmers to cross into their land. These gates are manned and operated by the IDF. The functionality of the gates is coordinated with the local population in each area. In the future with the issue of new smart cards, access to the lands through the agricultural gates will not require military presence. Continuing access into Israel Artist's concept of Shaar Ephraim terminal that will become operational in September 2005. Click to enlarge Protecting Palestinians property owners Israel has tried to avoid including Palestinians villages on the Israeli side of the fence. The fence system does not annex territories to the State of Israel, nor does it change the status of the residents of the region. Owners of the property used for the fence are offered rent for the use of their land and for the loss of crops. If they are not satisfied with the location of the fence or the compensation they are offered, property owners have full and speedy recourse in a court of law. Continuing access into Israel for employment and commerce Because a large number of residents of the Palestinians territories work and conduct commerce in Israel, and many Israeli citizens conduct business in the territories, the planning for the fence system includes a number of crossings allowing two- way pedestrian and vehicle passage. These crossings will facilitate inspections of people and goods across the fence, like those present at many international borders. Such inspections are necessary to maintain security, however, in their new configuration; they will employ advanced technological systems that will minimize the human friction. External view of the Crossings under construction Inside view of the Crossing under construction. Inside view of the Crossing under construction. 5 Commercial terminals are being constructed to allow efficient transfer of large quantities of goods between Israel and the territories. The first two commercial terminals will be operational by July 2005. On January 16th 2006, the Ministry of Defense assumed responsibility over Shaar Ephraim Crossing Point and started operating it with civilians instead of soldiers On February 2006 it assumed responsibility over the Shaar Ephraim Goods Terminal and a month later over the Gilboa Terminal as well. This process will continue and will include all 34 Crossing Points. *This page was last updated on 31.01.2007* Copyright © 2003, The State of Israel. All Rights Reserved.
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ASSOCIATION of MESSIANIC CONGREGATIONS (AMC).

This site contains many pages of evidences showing that Yeshua (Jesus) is the Messiah promised in the Jewish Bible and resources to teach and promote sound Biblical beliefs within our Messianic movement. We desire to encourage both Jewish & Gentile believers to grow in their faith, their understanding of grace, and walk with Messiah. Although just 3 years old, AMC is already home for 12 like minded Congregations who share these values. We are now in the process of developing strategy and resources to help in building our movement. We feel that we have something unique to contribute, while valuing the contributions of all who have been used of God to help build our Messianic Movement. This site is relatively new, but we've started to add teaching articles to the Index Pages at left. And don't leave without seeing our: Yiddish Page

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Eu poderia falar as línguas dos homens, e até a dos anjos, mas se não tivesse amor, as minhas palavras seriam como o barulho do gongo ou o som do sino. Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus, ter todo o conhecimento, entender todos os segredos, e ter toda a fé necessária para tirar as montanhas dos seus lugares; mas se não tivesse amor, eu não seria nada. Poderia dar tudo o que tenho, e até entregar o meu corpo para ser queimado; mas se eu não tivesse amor, isso não me adiantaria nada. O amor é paciente e bondoso. O amor não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso. Não é grosseiro, nem egoísta. Não se irrita, nem fica magoado. O amor não se alegra com o mal dos outros, e sim com a verdade, O amor nunca desanima, mas suporta tudo com fé, esperança e paciência. O amor é eterno. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor. Porém o maior destes é o amor. I Corintios 13

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Ele desceu de tudo e de todos, Abandonou, traiu seus irmãos E brandeou pro inimigo. Resolveu sobreviver e enriquecer-se. Explorou o pobre, fez-se o maioral, Chefe de parias, o diabo de todos. E um dia, contra todas as vozes, Foi convidado para jantar. Cristo o chamou, E nunca mais foi o mesmo, Reconheceu sua desumanidade, Dividiu com os pobres, deu a metade E aos que explorou pagou quatro vezes mais Bendito seja o Cristo filho de Deus, Bendito seja o Cristo filho de Deus. Finalmente a luz brilhou, Finalmente a Lei ganhou vida E a vida ganhou razão. Bendito seja o Cristo filho de Deus, Bendito seja o Cristo filho de Deus. Que implanta justiça, restauração. E ao que volta ao pó concede libertação.

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O que é celibato?

A escolha do celibato religioso representa a troca de valores na vida, como deixar o casamento e as ambições pessoais pelos valores espirituais. Mas, para isso, precisamos entender o seu sentido e fundamento. Assim teremos condições de viver esta experiência sem conflitos e na presença de Deus.Nem sempre a palavra primícias esteve ligada ao celibato. Mas, pelos muitos exemplos da Bíblia, entendemos que a melhor forma de representar as primícias é abdicando aos desejos da carne para nos dedicarmos totalmente a Deus. Se o intuito do celibato é servir a Deus e viver na Verdade, esta é uma oferta especial e agradável ao Senhor.Mas este ato não deve ser forçado a ninguém, pois é um dom, uma vocação e uma opção de cada um. Todavia, aquele que for chamado por Deus e renunciar ao chamado, cometerá uma grande injustiça.O que Deus avalia em todos nós é o nosso coração e agradece a todos aqueles que se voltam a Ele com amor, fé e pureza. O chamado e a escolha dependem do propósito de servir a Deus e da capacidade moral e espiritual de cada um. Portanto, a entrega total aos preceitos de Deus é um compromisso de viver uma vida sagrada com Cristo, de oração e renúncia aos anseios carnais. Aqueles que se opõem ao celibato usam como argumento a ordem de multiplicação dada por Deus. Mas a verdade é que a propagação da raça humana foi determinada por Deus à família de Noé e, antes, a Adão e Eva, com o objetivo de atender a necessidade de povoar o mundo.Aqueles que forçam o casamento devem saber que muitas pessoas não foram feitas para este sacramento e que Deus chamou muitas delas para aproveitá-las em sua obra de forma muito especial, como celibatários ou primícias. Quando Jesus foi sacrificado na Cruz também se entregou a Deus, virando o verdadeiro e o maior exemplo de abnegação e amor.Há personagens bíblicos, como o apóstolo Paulo e João Batista, que dedicaram suas vidas para servirem a Deus. Ignoraram os aguilhões da carne para se santificarem a Deus sem restrição. E depois de tantas perseguições e discriminações, foram tidas em grande honra, pois seguiram o exemplo de Jesus Cristo.Qualquer pessoa livre (viúva ou solteira) que seja crente convertida, lavada e remida no sangue de Jesus, poderá abraçar o celibato como forma de adoração a Deus e servi-lo como primícias, desde que tenha postura varonil e sinta a capacidade de dar continuidade a sua descendência. Do contrário, não há sacrifício a ser feito. Esta pessoa deve preferir abster-se voluntariamente que se dividir entre Deus e um cônjuge. Entregar-se totalmente, de corpo e alma, ao Senhor Jesus de modo solene e declarado.A nós, compete a missão de anunciar as primícias do Senhor e até mesmo persuadir de boa fé aqueles que estão aptos, mas que ainda não foram despertados para o glorioso chamado. Isso pode ser feito por meio de constantes pregações e insistentes esclarecimentos deste santo ministério.Enquanto aguardamos a vinda do Senhor, precisamos entender que enfrentamos perigos e ameaças. Independente de qual seja o nosso estado, vêem tentações com o propósito de nos afastar, não só do Caminho da Salvação, como também da nossa missão e do nosso chamado. Não podemos ficar inertes diante de tão lindo chamado, havendo condição de abraçá-lo. Se quisermos avançar para o prêmio que nos espera, precisamos esquecer as coisas que ficaram para trás e assumir a responsabilidade para com a nossa vocação.

Resumindo: vale apena para quem se dedicar
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