TEMPLO DE JEOVÁ -01


TEMPLO DE JEOVÁ PARTE 01

Templo de Jeová — na verdade, partilhasse com ele o uso das águas ritualmente puras, mas devemos nos lembrar de que a cidade antiga sempre tolerou esses cultos pagãos, o que provocava a ira dos profetas. Um pa¬dre cristão do século IV descreve essa "pis¬cina com cinco pórticos" e acrescenta que mesmo em sua época "muitos doentes ali fi¬cavam e era grande a incredulidade dos ju¬deus". Àquele tempo, Cristo e não Esculápio era o ser supremo que realizava as curas, e, logo depois, a enorme igreja bizantina que dominava as duas cisternas dava um teste-munho tangível de seu triunfo. No entanto, do mesmo modo que os médicos dos Aescu-lapia espalhados por todo o império, Jesus efetuara curas nesse sanatório pela palavra e pelo toque, e as pessoas à sua volta aceita¬ram esse tratamento porque há séculos ele fazia parte da prática médica helenística. Talvez do ponto de vista moderno haja uma explicação psicológica para essas curas ou elas sejam atribuídas à hipnose, mas não faz uma gota de diferença para a realidade do mundo antigo, onde se esperava que os sá-bios e deuses salutares realizassem essas curas. Tal explicação das realidades antigas serve de consolo aos que desejam acreditar nos ensinamentos de Jesus mas não em seus milagres, porém altera profundamente a realidade do mundo em que se movem ele e os autores dos Evangelhos. O estratagema não é "explicar" esses acontecimentos an-tigos, mas sim utilizá-los para tentar com-preender um mundo onde todos acredita¬vam que tais coisas aconteciam todos os dias. Era um mundo com sua sabedoria e sutilezas próprias, e muito diferente do nos¬so. Devemos tratá-lo com simpatia. Como é natural, não existem duas pessoas, nem mes-mo dois evangelistas, que relatem precisa-mente os mesmos fatos sobre o mesmo even-to, pois cada um vê as coisas a seu modo. Porém os quatro evangelistas, de maneira instintiva, partilham o poder de imaginação da época. Ainda assim, a dama Egéria, que peregrinou pela Terra Santa, relata-nos que as pedras que Jesus usou como mesa quan¬do alimentou a multidão perto do mar da Galileia foram transformadas em altar e "as pessoas tiram (Continua)*

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Eu poderia falar as línguas dos homens, e até a dos anjos, mas se não tivesse amor, as minhas palavras seriam como o barulho do gongo ou o som do sino. Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus, ter todo o conhecimento, entender todos os segredos, e ter toda a fé necessária para tirar as montanhas dos seus lugares; mas se não tivesse amor, eu não seria nada. Poderia dar tudo o que tenho, e até entregar o meu corpo para ser queimado; mas se eu não tivesse amor, isso não me adiantaria nada. O amor é paciente e bondoso. O amor não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso. Não é grosseiro, nem egoísta. Não se irrita, nem fica magoado. O amor não se alegra com o mal dos outros, e sim com a verdade, O amor nunca desanima, mas suporta tudo com fé, esperança e paciência. O amor é eterno. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor. Porém o maior destes é o amor. I Corintios 13

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Ele desceu de tudo e de todos, Abandonou, traiu seus irmãos E brandeou pro inimigo. Resolveu sobreviver e enriquecer-se. Explorou o pobre, fez-se o maioral, Chefe de parias, o diabo de todos. E um dia, contra todas as vozes, Foi convidado para jantar. Cristo o chamou, E nunca mais foi o mesmo, Reconheceu sua desumanidade, Dividiu com os pobres, deu a metade E aos que explorou pagou quatro vezes mais Bendito seja o Cristo filho de Deus, Bendito seja o Cristo filho de Deus. Finalmente a luz brilhou, Finalmente a Lei ganhou vida E a vida ganhou razão. Bendito seja o Cristo filho de Deus, Bendito seja o Cristo filho de Deus. Que implanta justiça, restauração. E ao que volta ao pó concede libertação.

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O que é celibato?

A escolha do celibato religioso representa a troca de valores na vida, como deixar o casamento e as ambições pessoais pelos valores espirituais. Mas, para isso, precisamos entender o seu sentido e fundamento. Assim teremos condições de viver esta experiência sem conflitos e na presença de Deus.Nem sempre a palavra primícias esteve ligada ao celibato. Mas, pelos muitos exemplos da Bíblia, entendemos que a melhor forma de representar as primícias é abdicando aos desejos da carne para nos dedicarmos totalmente a Deus. Se o intuito do celibato é servir a Deus e viver na Verdade, esta é uma oferta especial e agradável ao Senhor.Mas este ato não deve ser forçado a ninguém, pois é um dom, uma vocação e uma opção de cada um. Todavia, aquele que for chamado por Deus e renunciar ao chamado, cometerá uma grande injustiça.O que Deus avalia em todos nós é o nosso coração e agradece a todos aqueles que se voltam a Ele com amor, fé e pureza. O chamado e a escolha dependem do propósito de servir a Deus e da capacidade moral e espiritual de cada um. Portanto, a entrega total aos preceitos de Deus é um compromisso de viver uma vida sagrada com Cristo, de oração e renúncia aos anseios carnais. Aqueles que se opõem ao celibato usam como argumento a ordem de multiplicação dada por Deus. Mas a verdade é que a propagação da raça humana foi determinada por Deus à família de Noé e, antes, a Adão e Eva, com o objetivo de atender a necessidade de povoar o mundo.Aqueles que forçam o casamento devem saber que muitas pessoas não foram feitas para este sacramento e que Deus chamou muitas delas para aproveitá-las em sua obra de forma muito especial, como celibatários ou primícias. Quando Jesus foi sacrificado na Cruz também se entregou a Deus, virando o verdadeiro e o maior exemplo de abnegação e amor.Há personagens bíblicos, como o apóstolo Paulo e João Batista, que dedicaram suas vidas para servirem a Deus. Ignoraram os aguilhões da carne para se santificarem a Deus sem restrição. E depois de tantas perseguições e discriminações, foram tidas em grande honra, pois seguiram o exemplo de Jesus Cristo.Qualquer pessoa livre (viúva ou solteira) que seja crente convertida, lavada e remida no sangue de Jesus, poderá abraçar o celibato como forma de adoração a Deus e servi-lo como primícias, desde que tenha postura varonil e sinta a capacidade de dar continuidade a sua descendência. Do contrário, não há sacrifício a ser feito. Esta pessoa deve preferir abster-se voluntariamente que se dividir entre Deus e um cônjuge. Entregar-se totalmente, de corpo e alma, ao Senhor Jesus de modo solene e declarado.A nós, compete a missão de anunciar as primícias do Senhor e até mesmo persuadir de boa fé aqueles que estão aptos, mas que ainda não foram despertados para o glorioso chamado. Isso pode ser feito por meio de constantes pregações e insistentes esclarecimentos deste santo ministério.Enquanto aguardamos a vinda do Senhor, precisamos entender que enfrentamos perigos e ameaças. Independente de qual seja o nosso estado, vêem tentações com o propósito de nos afastar, não só do Caminho da Salvação, como também da nossa missão e do nosso chamado. Não podemos ficar inertes diante de tão lindo chamado, havendo condição de abraçá-lo. Se quisermos avançar para o prêmio que nos espera, precisamos esquecer as coisas que ficaram para trás e assumir a responsabilidade para com a nossa vocação.

Resumindo: vale apena para quem se dedicar
Nossa rádio ouça "aqui"