Introdução: o mercado

Jesus e o Novo Testamento

De um modo geral, pode-se dizer que a Bíblia foi elaborada como conseqüência de duas invasões da Terra Santa. A primeira, vinda do leste no século VI a. C., resultou na tomada, no exílio e na posterior libertação de Judá e dos sacerdotes de Jeová — acontecimentos que levaram os escribas judeus a refazer os antigos registros da fé nacional na obra que acabaria por se tornar a base do Antigo Testamento. A segunda invasão, vinda do oeste no século IV a. C., trouxe o helenismo. Sentindo ora atração ora repugnância pelos prazeres helenísticos pecaminosos, os judeus foram finalmente induzidos a uma trágica seqüência de conflitos que culminaram nas guerras mortíferas com os romanos. No devido tempo, os rabinos foram inspirados a estabelecer a ordem e o conteúdo da Bíblia Hebraica para sempre. As incertezas culturais e políticas dessa última era, os problemas morais que a ordem estrangeira suscitou na Judéia e na Galiléia, também levariam à ascensão do cristianismo e à composição de seus livros sagrados, isto é, o Novo Testamento.
Os primeiros convertidos ao cristianismo fora da Palestina eram cidadãos do Império Romano do Oriente, das comunidades das cidades helenísticas. Os apóstolos levaram sua mensagem e sua fé diretamente às grandes cidades do coração do império — Antioquia, Efeso, Alexandria, Corinto e Roma. Escrito durante os dois primeiros séculos depois de Cristo, o Novo Testamento visava a esse mundo e seu povo. Foi assim que a pregação de um obscuro judeu palestino foi recebida nos centros mundiais de cultura. O
sucesso inicial do cristianismo baseou-se no fato de que proporcionava remédios fortes para os descontentes com o helenismo. As cidades de mármore também tinham seus infortúnios: por trás das fachadas ojisadas e das fortunas particulares, havia um lado mais sombrio que com freqüência percebemos nas estátuas de seus deuses.
Após ser derrotado em uma composição musical mítica, o sátiro de mármore Mársias está pendurado, esperando que Apoio, deus da luz, o esfole vivo. Imagem famosa, epítome do gosto helenístico, esculpida pela primeira vez em um reino da Asia Menor fundado por um dos generais de Alexandre, o Mársias de mármore pende receoso, esperando a faca esfoladora. Traz as mãos e os pés atados tão firmemente quanto feixes de trigo e a pele ultra-sensível de expectativa. O sátiro aguarda a morte dos mártires. E um precursor de todas as imagens de crucifixão: torsos que guardam em si a tensão e a morte na cruz. Se o helenismo deu algo à Bíblia, deu essa percepção completamente nova do tempo. Os patriarcas do Antigo Testamento vivem na intemporalidade; Mársias pende çntre o mito e a realidade. Jesus pende na cruz no tempo moderno: nosso calendário começa com Jesus. Ele é o início do Ocidente. Embora seja o filho de Deus, seu corpo carnal adapta-se ao momento doloroso.
Com sua nova, terrível percepção do tempo como força impulsora agressiva, o helenismo causou um descontentamento que até hoje está no meio de nós. Mais uma vez a escultura de Mársias serve de exemplo.

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O que é celibato?

A escolha do celibato religioso representa a troca de valores na vida, como deixar o casamento e as ambições pessoais pelos valores espirituais. Mas, para isso, precisamos entender o seu sentido e fundamento. Assim teremos condições de viver esta experiência sem conflitos e na presença de Deus.Nem sempre a palavra primícias esteve ligada ao celibato. Mas, pelos muitos exemplos da Bíblia, entendemos que a melhor forma de representar as primícias é abdicando aos desejos da carne para nos dedicarmos totalmente a Deus. Se o intuito do celibato é servir a Deus e viver na Verdade, esta é uma oferta especial e agradável ao Senhor.Mas este ato não deve ser forçado a ninguém, pois é um dom, uma vocação e uma opção de cada um. Todavia, aquele que for chamado por Deus e renunciar ao chamado, cometerá uma grande injustiça.O que Deus avalia em todos nós é o nosso coração e agradece a todos aqueles que se voltam a Ele com amor, fé e pureza. O chamado e a escolha dependem do propósito de servir a Deus e da capacidade moral e espiritual de cada um. Portanto, a entrega total aos preceitos de Deus é um compromisso de viver uma vida sagrada com Cristo, de oração e renúncia aos anseios carnais. Aqueles que se opõem ao celibato usam como argumento a ordem de multiplicação dada por Deus. Mas a verdade é que a propagação da raça humana foi determinada por Deus à família de Noé e, antes, a Adão e Eva, com o objetivo de atender a necessidade de povoar o mundo.Aqueles que forçam o casamento devem saber que muitas pessoas não foram feitas para este sacramento e que Deus chamou muitas delas para aproveitá-las em sua obra de forma muito especial, como celibatários ou primícias. Quando Jesus foi sacrificado na Cruz também se entregou a Deus, virando o verdadeiro e o maior exemplo de abnegação e amor.Há personagens bíblicos, como o apóstolo Paulo e João Batista, que dedicaram suas vidas para servirem a Deus. Ignoraram os aguilhões da carne para se santificarem a Deus sem restrição. E depois de tantas perseguições e discriminações, foram tidas em grande honra, pois seguiram o exemplo de Jesus Cristo.Qualquer pessoa livre (viúva ou solteira) que seja crente convertida, lavada e remida no sangue de Jesus, poderá abraçar o celibato como forma de adoração a Deus e servi-lo como primícias, desde que tenha postura varonil e sinta a capacidade de dar continuidade a sua descendência. Do contrário, não há sacrifício a ser feito. Esta pessoa deve preferir abster-se voluntariamente que se dividir entre Deus e um cônjuge. Entregar-se totalmente, de corpo e alma, ao Senhor Jesus de modo solene e declarado.A nós, compete a missão de anunciar as primícias do Senhor e até mesmo persuadir de boa fé aqueles que estão aptos, mas que ainda não foram despertados para o glorioso chamado. Isso pode ser feito por meio de constantes pregações e insistentes esclarecimentos deste santo ministério.Enquanto aguardamos a vinda do Senhor, precisamos entender que enfrentamos perigos e ameaças. Independente de qual seja o nosso estado, vêem tentações com o propósito de nos afastar, não só do Caminho da Salvação, como também da nossa missão e do nosso chamado. Não podemos ficar inertes diante de tão lindo chamado, havendo condição de abraçá-lo. Se quisermos avançar para o prêmio que nos espera, precisamos esquecer as coisas que ficaram para trás e assumir a responsabilidade para com a nossa vocação.

Resumindo: vale apena para quem se dedicar
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